Quando era mais novo, talvez fruto de seu pai ter sido marceneiro, sempre fora rapaz para armar barraca. Com o passar dos anos, a semente da maturidade encontrou nele solo suficiente e ganhou raiz. Mais calmo e sábio em relação às coisas da vida, passou a armar tendas. E fez disso negócio. Mas, tal como os carrosséis, a vida dá muitas voltas e, na mesma terra em que um dia despontou a maturidade, nasceu também a esperteza saloia. Quando a crise veio e a procura de tendas foi, engendrou um estratagema para as pessoas precisarem dos seus abrigos: um pombal móvel, atrelado à camioneta das tendas. Agora, quando o negócio alivia, ele carrega na dose de laxante que mistura no milho que dá aos pombos. E é vê-lo pelos telhados do país, a dar asas à imaginação.
Carrasqueira
Carrasqueira
:) Só tu... raios partam os pombos, dirão...
ResponderEliminar... esta faz-me lembrar um outro: dedicava-se no Inverno ao negócio de cascas de castanhas assadas. No princípio os fregueses protestavam "mas você não me deu castanhas. São apenas cascas!" mas depois da resposta do vendedor acabavam por voltar "e o que é que você mais queria? em vez de uma dúzia de castanhas leva as cascas de umas cinquenta... "
ResponderEliminarMas isto é para rir ou para chorar?
ResponderEliminarFez-me lembrar uma cena do filme do Mel Brooks "Alta Ansiedade"...
Fez-me lembrar uma cena da justiça portuguesa perante a corrupção...
Hoje de manhã vi uns quantos pombos aturdidos, talvez tivessem laxante a mais...
ResponderEliminar(a Carrasqueira é em Tróia?... sitio magnifico para ser fotografado)
É caso para dizer que há coisas que nunca mudam. A idade apenas transforma a manifestação. Na essência, tudo permanece igual... As fotos são belíssimas. Há nelas uma certa nostalgia, condizente (ou consequente?) com a omnipresença das nuvens e com o preto-e-branco que as pinta.
ResponderEliminarÉ caso para dizer que há coisas que nunca mudam. A idade apenas transforma a manifestação. Na essência, tudo permanece igual... As fotos são belíssimas. Há nelas uma certa nostalgia, condizente (ou consequente?) com a omnipresença das nuvens e com o preto-e-branco que as pinta.
ResponderEliminarnão sou dada a pombos por aí à solta, negócio com futuro era abrir restaurante com prato de pombo.
ResponderEliminarQue bem que me sabe vir por aqui passear :)
ResponderEliminar... por falar em pombos: a águia vitória resguardou-se para a luz, ´´ tá visto...
ResponderEliminar:)) é pá, fiquei um pouco preocupada, o meu avô era marceneiro... queres ver que?
ResponderEliminarUm abraço
É sempre recomendável: tratar bem a imaginação.
ResponderEliminarQuanto às fotografias, exibes um belíssimo lote.
Um abraço
...ainda a festejar?!
ResponderEliminarDigo o mesmo... ainda de ressaca?!
ResponderEliminar:)
... não percebo nada
ResponderEliminarmas afinal quem é que está nas lonas? ou levou nas lonas?
Malta,
ResponderEliminarNão fui ao Marquês, mas fui ao estrangeiro. Ainda não abri a mala. Mais uns dias são precisos.
Abraços.
Eu abri a mala das fotos. e que belas. Um dia ainda roubo alguma para ali ao ladito. :)
ResponderEliminarbeijinho